Esquivar-se à suposição de que detém responsabilidades ou
missões de avultada transcendência, reconhecendo-se humilde
portador de tarefas comuns, conquanto graves e importantes como
as de qualquer outra pessoa.
O seareiro do Cristo é sempre servo, e servo do amor.
*
No horário disponível entre as obrigações familiares e o tra-
balho que lhe garante a subsistência, vencer os imprevistos que
lhe possam impedir o comparecimento às sessões, tais como
visitas inesperadas, fenômenos climatéricos e outros motivos,
sustentando lealdade ao próprio dever.
Sem euforia íntima não há exercício mediúnico produtivo.
*
Preparar a própria alma em prece e meditação, antes da ativi-
dade mediúnica, evitando, porém, concentrar-se mentalmente para
semelhante mister durante as explanações doutrinárias, salvo
quando lhe caibam tarefas especiais concomitantes, a fim de que
não se prive do ensinamento.
A oração é luz na alma refletindo a Luz Divina.
*
Controlar as manifestações mediúnicas que veicula, repri-
mindo, quanto possível, respiração ofegante, gemidos, gritos e
contorções, batimentos de mãos e pés ou quaisquer gestos violen-
tos.
Esquivar-se à suposição de que detém responsabilidades ou
missões de avultada transcendência, reconhecendo-se humilde
portador de tarefas comuns, conquanto graves e importantes como
as de qualquer outra pessoa.
O seareiro do Cristo é sempre servo, e servo do amor.
*
No horário disponível entre as obrigações familiares e o tra-
balho que lhe garante a subsistência, vencer os imprevistos que
lhe possam impedir o comparecimento às sessões, tais como
visitas inesperadas, fenômenos climatéricos e outros motivos,
sustentando lealdade ao próprio dever.
Sem euforia íntima não há exercício mediúnico produtivo.
*
Preparar a própria alma em prece e meditação, antes da ativi-
dade mediúnica, evitando, porém, concentrar-se mentalmente para
semelhante mister durante as explanações doutrinárias, salvo
quando lhe caibam tarefas especiais concomitantes, a fim de que
não se prive do ensinamento.
A oração é luz na alma refletindo a Luz Divina.
*
Controlar as manifestações mediúnicas que veicula, repri-
mindo, quanto possível, respiração ofegante, gemidos, gritos e
contorções, batimentos de mãos e pés ou quaisquer gestos violen-
tos.
*
Fugir aos perigos que ameaçam a mediunidade, como sejam a
ambição, a ausência de autocrítica, a falta de perseverança no bem
e a vaidade com que se julga invulnerável.
O medianeiro carrega consigo os maiores inimigos de si pró-
prio.
*
“Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o
que for útil.”
Paulo. (1ª epístola aos coríntios, 12:7.)
Do Livro: Conduta Espírita, Waldo Vieira
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